segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016


Afinal castiga-se ou não se castiga?




Li há pouco um artigo de um conceituado expert nesta matéria que são os filhos dos outros, (que partilho de seguida) e devo confessar que fiquei baralhada. E até talvez um pouco revoltada!!


Então, oh mãe, andaste tu a obrigar-me a comer e não era preciso??
Ando a fazer o mesmo à miúda (embora tu agora te tenhas passado para o outro lado da barricada e me olhes também como se eu fosse o inimigo que tenta torturar o teu pelotão) e, afinal, não era necessário e NINGUÉM me tinha ainda avisado? Não acho isto muito bonito, não acho não senhor.. Verduras então esqueçam lá isso senão os miúdos ficam de estômago dilatado!

  os castigos também são apenas fruto de mentes distorcidas, sendo assim como a minha, que achava que o castigo seria, de facto, eficaz, sobretudo tendo em conta que mais nada é...



Então, afinal, basta esperar, será isso? Que a coisa passe, que se acalme, que mude e passe a gostar de verduras (eu não gosto de caldo verde, mas mãe, espera, pode ser que passe!)


Leiam vocês e ajude-me lá que eu fiquei um bocadinho mais baralhada do que o normal...


http://observador.pt/2014/05/26/todos-os-castigos-sao-inuteis-diz-o-pediatra-contra-carlos-gonzalez/

Sem comentários:

Enviar um comentário